NEU-UERJ


 

 

 


 

 

COMBATENDO O SUICÍDIO

O Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Psiquiatria estão lançando a cartilha "Suicídio: informando para prevenir". Busca orientar médicos e demais profissionais da área de saúde em casos de tentativa de suicídio, assim como ajudá-los a identificar possíveis suicidas. "Mitos sobre o comportamento suicida", "O impacto do suicídio: por que prevenir?", "Como abordar o paciente?", "Posvenção do suicídio" e "Promoção de qualidade de vida" são alguns dos assuntos tratados na cartilha, que tem 55 páginas e pode ser baixada gratuitamente em www.flip3d.com.br/web/pub/cfm/index9/?numero=14.

 

 

Envie para seus contatos na WEB a cartilha "Informando para prevenir" 

 

 

 

 



Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 18h39
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Um manual ‘multiajuda’ para prevenção do suicídio

 

Livro do jornalista André Trigueiro enfrenta o tabu acerca do delicado tema

 

Por Flávia Oliveira (O GLOBO)

 

RIO - Vai longe o tempo em que era possível esconder, das páginas dos jornais e das visitas em casa, a tragédia do ser humano que dá fim à própria vida. Tabu histórico nos meios de comunicação, nas políticas públicas e na vida familiar, o suicídio tornou-se visível nesta era digital, em que a informação invade telas de computador e smartphones, sem pedir licença. Às claras, os casos inundam de perplexidade uma sociedade jamais preparada para entender nem lidar com a dor aguda que leva um indivíduo a desistir de viver. É essa a missão que o jornalista André Trigueiro assume nas 192 páginas de “Viver é a melhor opção — A prevenção do suicídio no Brasil e no mundo”.

 

O livro é uma espécie de manual, não de auto, mas de “multiajuda” para orientar parentes, amigos, colegas de trabalho e profissionais de imprensa a identificar e ajudar potenciais suicidas. É publicação essencial aos novos tempos. Trigueiro destrinchou estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde brasileiro e apresenta, com clareza e objetividade, os dados sobre a principal causa de mortes violentas (56%) em todo o mundo.

 

A OMS, informa Trigueiro, contabiliza 804 mil suicídios por ano no planeta — o número se refere a 2012, último com dados internacionais consolidados. São 2.200 casos consumados por dia, um a cada 40 segundos. O suicídio mata mais que os homicídios (437 mil ocorrências no mundo). É a sexta causa de incapacitação entre indivíduos de 15 a 44 anos. Atinge mais homens (15 por cem mil habitantes) que mulheres (8 por cem mil).

 

Tantas evidências já seriam suficientes para que o assunto emergisse do fundo das gavetas da burocracia para tomar lugar em frente aos holofotes da saúde pública. Mas há outra particularmente preocupante. Para cada morte por suicídio há duas dezenas de tentativas sem sucesso. São, calcula Trigueiro, 16 milhões de tentativas por ano. É nesse ponto que entra a importância da prevenção, palavra-chave do livro.

 

Com informação e procedimentos adequados será possível reduzir a epidemia, concentrada entre os idosos no passado, mas que hoje se espalha entre adolescentes, povos indígenas, agricultores, policiais e militares. O universo sugere que qualquer pessoa na face da Terra pode estar convivendo com alguém com transtornos capazes de levá-lo a se matar.

 

O autor discorre sobre o papel da mídia na cobertura das mortes por suicídios. Enumera as orientações de autoridades de saúde, entre elas não glamurizar os mortos (especialmente em casos de personalidades públicas), cenários e métodos. Nas coberturas jornalísticas, também é recomendável apresentar possíveis causas (depressão, transtornos mentais, consumo de álcool e drogas estão por trás de 90% dos casos), opções de tratamento e serviços de apoio, como o Centro de Valorização da Vida (CVV).

 

No capítulo dedicado aos fatores de riscos, Trigueiro apresenta ainda a solidão e as doenças nos idosos, faixa etária crescente na população mundial. O bullying, a pornografia de vingança, o preconceito contra LGBTs e até comunidades virtuais de indução ao suicídio afetam profundamente o comportamento dos adolescentes. Os indígenas sofrem com o aculturamento forçado e a tensão pela disputa de terras. O acesso fácil dos militares e policiais às armas de fogo também preocupa.

 

O livro cobre todas as abordagens sobre o tema. No capítulo final, Trigueiro trata da visão espírita, prova de que não há segmento social dispensado de contribuir com o assunto que o mundo finge não ver. Trigueiro autografa nesta segunda-feira, às 19h, na Travessa do Shopping Leblon

 

Fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/livros/um-manual-multiajuda-para-prevencao-do-suicidio-16101060?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilhar

 

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Suicidólogo analisa novo livro de André Trigueiro

 

"Viver é a Melhor Opção" está sendo lançado este mês

 

Por Carlos Felipe D'Oliveira



Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 18h38
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Advertência de Amor

Fala-nos, o Evangelho do Senhor, que nos futuros dias, por Ele previstos, a dor ganharia dimensões inimagináveis, arrastando multidões ao abismo, ao desespero, fazendo que o delírio e o desequilíbrio aturdissem a Humanidade.
Na simbologia profética, Ele caracterizou as horas terríveis, vestindo-as de alegorias.
Vivemos hoje esses dias prometidos, sem nenhum retoque nem disfarce.
Anunciam-se as horas graves da transformação dos homens, da mudança vibratória do Planeta.
Ninguém se engane ou engane a outrem.
Clareados pela razão da fé espírita, tenhamos a lucidez do discernimento, a perseverança da convicção e a coragem de porfiar fiéis até o fim.
O martirológio prossegue atual; o circo aumentou as suas dimensões; o suplício variou de forma, porém os testemunhos à verdade, ao progresso, são os mesmos.




 
Cultiva a paciência, mantendo, alto e nobre o ideal da fé espírita.
Não reajas pelo hábito de reagires. Age pela consciência do equilíbrio.
Não podes ser confundido com aqueles que perderam a fé, que desconhecem o Reino de Deus e se utilizam dos mesmos mecanismos vis para a sobrevivência inglória no
corpo e os triunfos mentirosos da ilusão.
A consciência de fé proporciona a harmonia da paz, e nela a felicidade real.
Convidado ao debate injusto, ao duelo nas disputas inglórias do corpo, renuncia à presunção e sê simples como as aves dos céus, os lírios do campo, confiante em Deus.





Nenhum tesouro que se equipare ao bem-estar da consciência reta e pacificada, em harmonia com os Decretos Divinos.
Amando o bem no lar, nos grupos sociais, de trabalho e religioso, e na comunidade, o cristão é uma carta viva de Jesus. Nela deve estar presente o Código que foi apresentado na montanha, como diretriz de equilíbrio para os outros, a exteriorizar-se de si próprio.
Não te permitas contaminar pelo bafio pestilento da loucura que a todos atinge.
Vitimado, banha-te na água lustral do Evangelho; retempera o ânimo; recompõe a atividade; volta à paz.
Vale o esforço a fim de que não fiques na retaguarda, com os elos escravizantes retendo-te na imposição, para um retorno amargurado.





Avançar é a meta; seguir sempre é a diretriz.
Não faltarão provocações e tentações, porque estes são dias de loucura. Não te deixes enlouquecer.
São horas de agressividade. Não te permitas enfurecer.
São momentos de tragédia. Não queiras sucumbir nas mãos dos maus, por motivos que não se justificam.
Sucumbir, somente pela glória do serviço a Deus, do irrestrito dever da caridade na vivência suprema do amor.
Ora mais, mais um pouco. Vigia mais, advertido quanto ao rolo compressor que avança inexorável, esmagando os distraídos.
Os tempos, por fim, chegaram, mas recorda-te, Jesus está conosco.





A ação do Bem é sempre discreta e contínua, com metas bem-definidas.
Não se deixa entorpecer, quando não compreendida, nem estaciona diante dos obstáculos.
Porque não almeja promoções pessoais nem apoia individualismos, sempre se renova sem fugir às bases, perseverando tempo afora.
Quando os ressentimentos aparecem, de imediato são diluídos no próprio trabalho, não havendo lugar para que se atirem espículos venenosos, umas contra as outras pessoas.
Jesus é o exemplo máximo que deve servir de Modelo, porquanto, mesmo ultrajado, perseguido sistematicamente, perseverou até o fim.
Se te vinculas a Ele, perceberás o Seu ânimo invadir-te o organismo, e nada poderá impedir-te de seguir adiante.
Não te preocupes em criar novidades que promovem o ego, mas sustentarás o belo, o bom e o nobre onde estejam.
Vitalizado por essa Energia, terás resistência para vencer as tentações da inferioridade moral, tornando-te um pouso de esperança para os desalentados e um estímulo para que se ergam os caídos, experimentando grande felicidade em tudo quanto faças, onde quer que te encontres.

 




 
Do livro "Desperte e seja feliz" - Divaldo / Joanna de Ângelis




Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 18h31
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Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 18h30
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           Experiências reencarnatórias e gênero sexual



Em torno da questão gênero sexual – masculino/feminino - Kardec tece importantes considerações em artigo publicado na Revista Espírita de janeiro de 1866, intitulado As mulheres têm alma?

As principais ideias apresentadas pelo nosso codificador são estas:

01- Os Espíritos não têm sexo, pois os sexos só existem no organismo; são necessários à reprodução dos seres materiais; os Espíritos não se reproduzindo uns pelos outros, os sexos seriam inúteis no mundo espiritual;

02- Os Espíritos se encarnam nos diferentes sexos, a fim de cumprir os deveres de cada uma dessas posições, e delas suportar as provas;

03- O Espírito encarnado sofrendo a influência do organismo, seu caráter se modifica segundo as circunstâncias e se dobra às necessidades e aos cuidados que lhe impõem esse mesmo organismo;

04- Essa influência não se apaga imediatamente depois da destruição do envoltório material, do mesmo modo que não se perdem instantaneamente os gostos e hábitos terrestres;

05- Não é senão o que ocorre a um certo grau de adiantamento e de desmaterialização que a influência da matéria se apaga completamente;

A necessidade de vivenciar experiências reencarnatórias em ambas as polaridades sexuais, segundo Kardec, está relacionada aos deveres inerentes a cada uma dessas posições e as provas a elas vinculadas.

Recentes estudos na área da biologia do comportamento vieram trazer novas luzes sobre o tema, permitindo-nos uma melhor compreensão do pensamento de Allan Kardec.

Um resumo atual desses estudos foi apresentado pelo neurocientista de Harvard, Steven Pinker, no livro Tábula rasa:

01- Homens e mulheres possuem todos os mesmos genes, com exceção de um punhado no cromossomo Y. O corpo humano contém um mecanismo que faz com que o cérebro dos meninos e o das meninas difira durante o desenvolvimento fetal. O cromossomo Y desencadeia o crescimento de testículos em um feto masculino que secretam testosterona. A testosterona tem efeitos duradouros sobre o cérebro durante o desenvolvimento fetal, nos meses seguintes ao nascimento e durante a puberdade, e tem efeitos transitórios em outros períodos da vida. Os estrogênios, hormônios sexuais femininos, afetam também o cérebro por toda a vida. Receptores desses hormônios são encontrados em várias regiões do cérebro;

02 - Os cérebros dos homens diferem visivelmente dos das mulheres de vários modos. Os homens têm cérebros maiores, embora as mulheres possuam uma porcentagem maior de matéria cinzenta. Regiões do hipotálamo relacionadas ao comportamento sexual e à agressão são maiores nos homens;

03 - Quando mulheres em preparo para uma cirurgia de mudança de sexo recebem testosterona, melhoram nos testes de rotação mental e pioram nos de fluência verbal.

04 - Mulheres com níveis elevados de testosterona sorriem com menos frequência e têm mais casos extraconjugais, uma presença social mais marcante e até um aperto de mão mais forte. Quando os níveis de estrogênios estão altos tornam-se melhores em tarefas que tipicamente executam melhor como a fluência verbal. Meninas com hiperplasia suprarrenal congênita, que têm produção excessiva de hormônios masculinos, crescem com jeito de moleque, brincam de luta, demonstram mais interesse em caminhões que em bonecas;

05 - Os homens têm preferência muito mais acentuada pelo sexo sem compromisso com várias parceiras ou parceiras anônimas, como vemos na prostituição e na pornografia visual. Os homens têm muito maior probabilidade de competir uns com os outros violentamente. A habilidade de manipular mentalmente objetos tridimensionais e o espaço também é bem maior nos homens. Embora os homens sejam, em média, melhores em fazer a rotação mental de objetos e mapas, as mulheres são melhores para lembrar pontos de referência e as posições dos objetos. Os homens têm melhor pontaria, as mulheres são mais jeitosas. Os homens são melhores na resolução de problemas matemáticos expressos em palavras, as mulheres são melhores para fazer cálculos. As mulheres são mais sensíveis a sons e odores e são muito melhores na leitura de expressões faciais e da linguagem corporal. As mulheres vivenciam emoções básicas com mais intensidade, excetuando-se, talvez, a raiva. As mulheres têm relacionamentos sociais mais íntimos, são mais preocupadas com eles e sentem mais empatia por seus amigos. Elas fazem mais contato visual, sorriem e riem com mais frequência. As mulheres são mais atentas ao choro corriqueiro de seus bebês e mais solícitas com os filhos em geral.

Concluindo, mostra-nos a Biologia comportamental que ambas as polaridades sexuais têm o que oferecer ao Espírito encarnado. Depende dele, portanto, aproveitar, ao máximo, aquilo que a evolução lhe propõe em suas experiências reencarnatórias, superando com coragem as “fraquezas” relacionadas a cada gênero sexual e desenvolvendo as possibilidades inerentes a eles.


      Ricardo Baesso de Oliveira




Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/experiencias-reencarnatorias-e-genero-sexual/#ixzz3epXWweE6



Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 18h11
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   AMAR E EM SEGUIDA INSTRUIR - SEGUNDO PROCLAMA A LEI
                   
                      
  O sentimento e a sabedoria são as duas asas com que a alma se elevará para a perfeição infinita. O Espírito de Verdade adverte: "Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instruí-vos, eis o segundo".[1] Tal pensamento tem sido amplamente divulgado nas hostes espíritas. O primeiro ensinamento é claro, reforçando a base cristã do Espiritismo. É a reprodução das palavras do Cristo, "Este é o meu mandamento: Amai-vos uns aos outros, como eu vos amo". [2] O segundo amplia-nos a capacidade de raciocínio, por isso devemos estudar incessantemente a fim de amarmos com grandeza e liberdade.
Com o amor e a instrução alcançamos o avanço moral e adiantamento intelectual, ambos são imprescindíveis ao nosso progresso, sendo importante, contudo, ponderar a superioridade do primeiro sobre o segundo, porquanto o aspecto intelectual sem a moral pode oferecer numerosa perspectivas de queda, na repetição das experiências, enquanto que o avanço moral jamais será excessivo, representando o núcleo mais importante das energias evolutivas.
O Espiritismo possui todas as verdades do Cristianismo, que nele se encerra. Os Benfeitores reafirmam a imortalidade entronizando Jesus como o vencedor do Mal ". [3] Obviamente, se o Espiritismo perder o seu sentido cristão, ele permanecerá uma bela doutrina de confirmação científica, à semelhança da metapsíquica e da parapsicologia, sem o amplo conteúdo moral que foi a base essencial da proposta do Codificador. 
Sim, é importante amarmos para nos unir no sentimento que funde os corações, e nos instruir para que conheçamos a verdade, e conhecendo a verdade nos unamos ainda mais no amor que instrumentaliza o conhecimento, e afasta o orgulho e o egoísmo. A instrução dissipa o erro e nos mostra objetivo da provação humana. O Espiritismo dispõe de recursos para a edificação do templo da educação, de modo a esclarecer recalques, neuroses, distonias que surgem desde os primeiros instantes da vida física pelos processos reencarnatórios. A instrução moral pela educação encontra no Espiritismo ensinamentos preciosos. 
Para instruir-nos é necessário “consagrarmos diariamente alguns minutos a leitura de obras edificantes, esquecendo os livros de natureza inferior, e preferindo, acima de tudo, os que, por alimento da própria alma, versem temas fundamentais da Doutrina Espírita.” [4] Entretanto, precisamos estudar inicialmente as obras básicas do Espiritismo. Sim, estudar para aprender. Aprender para trabalhar. Trabalhar para servir melhor.
A base do amor incondicional encontra-se em Jesus Cristo. O amor é um sentimento de diversos significados. Entre eles, encontramos a seguinte definição: é uma força tendente a aproximar e a unir, numa relação fraterna todos seres humanos. Kardec diz que Sócrates foi precursor do Evangelho e o primeiro homem a nos dar uma imagem desse tipo de amor. Por transgredir às ordens dos deuses gregos e almejar abrir a mente dos jovens, foi compelido a beber o veneno letal. Ainda assim, não fugiu de suas ideias na busca do bem comum. Valia-se do convencimento e da razão para alcançar alguma coisa. Mahatma Gandhi, nesta mesma direção, confrontou o poderio do tacão britânico sem empregar o discurso da violência e Martin Luther King, outro expoente do apelo à não-violência, seguiu os ditames da razão cristã. 
A instrução, baseada na pedagogia de Jesus, prepondera a afinidade recíproca entre o educador e o principiante. O mestre não se coloca como o “sabe-tudo”, por ter ciência que o Espírito, criado simples

 

e ignorante, não tem idade. A faixa etária da idade física é apenas um momento particular em seu longo caminho evolutivo. Tive alunos que eram para mim legítimos catedráticos. A finalidade da instrução é divulgar os princípios espíritas, para que mais pessoas possam entrar em contato com os conceitos que libertam consciências. 
Para que possamos nos instruir com esmero necessitamos debruçar sobre as Obras Fundamentais do Espiritismo, igualmente citadas como livros da “Codificação” Espírita. São os cinco volumes publicados por Allan Kardec, entre 1857 e 1868, a saber: “O Livro dos Espíritos” [Carta Magna do Espiritismo]-1857 ; “O Livro dos Médiuns” [exame experimental e investigativo, teórico-metodológica para compreensão dos fenômenos mediúnicos]-1861; “O Evangelho segundo o Espiritismo” [o mais completo código moral da Humanidade]- 1864; “O Céu e o Inferno” [estuda a transcendental Justiça Divina]- 1865 e “A Gênese” [examina formação dos mundos e da criação dos seres animados e inanimados, os supostos milagres e as profecias]- 1868. 
Amando e estudando conseguiremos nos auto avaliar, averiguando quem somos, donde “viemos e para onde iremos após a desencarnação, a fim de nos convencer do valor da nossa própria personalidade e à nossa própria elevação nos dediquemos.”[5] E o meio prático mais eficaz que temos de nos melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal, há 2500 anos “um sábio da antiguidade nos ensinou: "Conhece-te a ti mesmo". [6]
Se não realizarmos um mergulho em nosso mundo íntimo, para superar as paixões, harmonizar com os adversários, perder-nos-emos no tumulto externo que nos cerca. O Evangelho nos fala do amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Este auto amor é essencial para compreendermos a família, para termos paciência. Para não impor, tão-somente expor; instruir pelo exemplo e compreender que não poucas vezes a família é um desafio no mapa da reencarnação. Estamos diante de uma proposta que devemos dignificar pelo exemplo. A serenidade somente nos virá quando conseguirmos um auto encontro para conseguir o ENCONTRO com Jesus. Está no Evangelho: de que nos adianta saber muito, conquistar todo o mundo e arruinar a alma? A nossa inquietação de modificar os outros, fazer os outros “felizes”, sem estar feliz, é ficção, é inútil. 
É possível ser bem instruído doutrinariamente e totalmente obsedado, em decorrência de um transtorno moral causado por rigidez mental, dogmatismo, preconceitos, prepotência, vaidade etc. Muitas vezes “a saturação de conhecimentos impede o uso livre da razão: satisfeitos com um cabedal de informações, descansamos tranquilos na ignorância de nós mesmos". [7] Não afirmamos, com isso, que a acumulação de conhecimentos doutrinários seja inútil. Obvio que não! A instrução é matéria-prima para o raciocínio e suporte para o amor.
Amar, sim, amar incondicionalmente; Instruir, sim, e sempre, ou, fundamentalmente amar e em seguida instruir, aprender! Conforme proclama a Lei; É um princípio Divino; É uma regra universal! Logicamente, se assim aprendemos como teoria, assim também deverá ser feito no exercício do bem maior. Senão, estaremos propagando ilusões e isso não é Cristianismo e muito menos Espiritismo.
Referências bibliográficas:
[1] Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. VI, item 5, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1999
[2] Jo 14:12
[3] Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. VI, item 5, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1999
[4] Xavier, Francisco, Cândido e Viera Waldo. Conduta Espírita, ditado pelo espirito André Luiz, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2000
[5] Pereira, Yvone A. Memorias de um suicida, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1977
[6] Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1999 perg. 919.
[7] Xavier, Francisco, Cândido. Nos Domínios da Mediunidade , ditado pelo espirito André Luiz, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2001", cap.5

 
              Jorge Hessen





Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 18h08
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DIGA NÃO AO ABORTO

Levante o braço quem gostaria de ser um feto prestes a ser abordado!!!!!!!!

Até quem defende o aborto ficou de braço abaixado?

Fetofóbicos, reflitam!

 



 

Clique na imagem abaixo para  acessar a publicação elaborada pela FEB sobre o Aborto!




FILME "BLOOD MONEY" É DISPONIBILIZADO NO YOUTUBE  
 
Veja os interresses comerciais por traz da prática do aborto!

ATENÇÃO - O FILME COMEÇA A PARTIR DE 1 min e 20 seg.
 




     

Aborto,  Políticos,  Religiosos e Materialistas

 

Luiz Carlos Formiga

 Leia em     http://orebate-jorgehessen.blogspot.com.br/2014/08/aborto-politicos-religiosos-e.html

 

Saber é o supremo bem, e todos os males provém da ignorância.
( León Denis, “No Invisível”, sétima edição, pág. 341.FEB)

 

         


_________________________

Pedofilia

 

A prostituição é uma realidade difícil de encarar no inicio da regeneração e o movimento espírita certamente não irá fugir da discussão.

Podemos aproveitar "essa hora" para a troca de informações, para discutir outras notícias sobre o tema e incluir a pedofilia. Veja o endereço a seguir:    http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/cultura/pedofilia-uma-orientacao-sexual/

 




EUTANÁSIA?   NÃO!

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2014/02/05/canadense-de-4-anos-pede-que-rei-da-belgica-vete-lei-de-eutanasia-infantil.htm

Uma menina de 4 anos e sua família, que vive em Quebec, lançaram um vídeo no YouTube em que fazem um apelo para que o rei da Bélgica se recuse a assinar a lei que tornará o país o primeiro no mundo a permitir a eutanásia em crianças. O material foi divulgado pela Coalizão dos Médicos por Justiça Social do Canadá. 
"Pelo bem das crianças, por favor, não assine o projeto de lei da eutanásia", diz a pequena Jessica Saba no vídeo, que também traz depoimentos dos irmãos, da mãe e do pai, o clínico geral Paul Saba.
Leia mais em: http://zip.net/bmmjFD

 

Jessica nasceu em maio de 2009 com uma grave malformação cardíaca: uma válvula totalmente bloqueada e um ventrículo pouco desenvolvido. Ela teria sobrevivido apenas algumas horas ou dias sem uma série de intervenções cardíacas, realizadas no Hospital Infantil de Montreal.
No sexto dia de vida, sua válvula foi desbloqueada e, gradualmente, seu ventrículo pouco desenvolvido começou a se formar. A família acredita que, se ela tivesse nascido em um país onde a eutanásia infantil é permitida, ela poderia ter tido uma história diferente.
Caso a eutanásia infantil seja legalizada na Bélgica, comenta o pai de Jessica no vídeo, corre-se o risco de criar precedente para que se espalhe pelo mundo. Atualmente, em Quebec, o governo está tentando aprovar sua própria lei de eutanásia, que é muito parecida à lei aprovada na Bélgica há aproximadamente 10 anos. E a Comissão de Direitos Humanos de Quebec recomenda a extensão da eutanásia a crianças.
O médico também argumenta que não há necessidade de ninguém sofrer se há atendimento médico de qualidade. No caso de pessoas que já estão no fim da vida, um bom cuidado paliativo acabará com o sofrimento físico. 
Marisa, mãe de Jessica, afirma que uma lei de eutanásia infantil pode encorajar os pais de crianças doentes e deficientes "a desistir muito rápido". 

Clique na imagem abaixo e acesse o material relacionado a EUTANÁSIA  elaborado pela FEB

 



  24/04/2014 12:54 - publicado por Claudia Moura  [ Alterar ]   [ Excluir ]  

    

Queria ter um filho assim.

OS MILAGRES DE ZAQUEU

 

O que aconteceu com  Zaqueu, depois de ter hospedado Jesus e, também, depois da crucificação?

Zaqueu curou leprosos?

Levantou paralíticos?

Expulsou demônios?

Ressuscitou um morto?

A Paternidade foi missão bem cumprida pelos pais de Zaqueu?

 

Leia mais em http://www.oconsolador.com.br/ano8/376/luiz_formiga.html

http://www.aeradoespirito.net/ArtigosLCF/QUERIA_TER_UM_FILHO_ASSIM_LCF.html


Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 18h06
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Contra o Aborto o Amor

Em setembro do ano passado, uma notícia correu o mundo, sensibiizando a todos.
O papa Francisco havia ligado para uma mulher que pensava em abortar econseguiu dissuadi-la da ideia.
Tudo aconteceu depois que a italiana Anna Romano, de 35 anos, escreveu para o pontífice uma
carta, em tom de desabafo, na qual falava da gravidez inesperada, fruto de um relacionamento com um homem casado, e da
intenção certa de provocar o aborto. Ao saber que ela havia engravidado, o amante a abandonou, mandando que desse fim à
gravidez, o que passou a ser visto por ela também como o único caminho. Isso até receber a ligação do papa.
“Fiquei estupefata ao telefone. Eu o ouvi falar. Tinha lido a minha carta. Assegurou-me que o bebê é um dom de Deus,
um sinal da providência. Disse-me que nunca estaria sozinha” – contou Anna ao jornal italiano “Il Messagero”.
Depois de alguns instantes de conversa, Anna desistiu do aborto, se sentindo mais confortada e segura, sobretudo por
que o papa, além de se oferecer para batizar o neném, disse que gostaria de ser também o padrinho.
 Por que estamos lembrando desseepisódio?
 Porque também no mês de setembro, mas deste ano, a imprensa brasileira noticiou a morte de uma mulher,
que assim como Anna, estava na faixa dos 30 anos, igualmente grávida e pensando em abortar.
Mas, infelizmente, a brasileira não teve a mesma sorte, ou, quem sabe, o mesmo amparo,
e praticou o aborto, morrendo durante o procedimento, deixando o marido e três filhos.
Poucos dias antes, uma outra jovem, de 27 anos, também no Estado do Rio de Janeiro, perdeu a vida sob as mesmas
 circunstâncias.Tinha dois filhos.
Frequentemente, vemos muitas críticas às mulheres que pensam em aborto e contra as que,
num momento de desatino, movidas pelo desespero, praticaram esse ato, não raramente impulsionadas por um
companheiro imaturo ou mesmo cruel sobre o qual, curiosamente, quase nada se fala.
No entanto, nem sempre refletimos sobre qual outro caminho poderiam ter tomado essas nossas irmãs se, no momento
da aflição, ao invés de abandono e indiferença, tivessem encontrado – ainda que através de um simples telefonema, como
aconteceu com a italiana Anna – uma palavra de esperança, de amizade, de carinho, ou até a oferta de socorro também
material; enfim, de gestos que as fizessem sentir que não estavam sozinhas e, assim, não haver desespero no que só deveria
 existir alegria.
Pensemos nisso, e que trabalhemos por fortalecer nossas ações na sociedade e, sobretudo, dentro do meio espírita para
socorro à gravidez não planejada, para que, amanhã, não venhamos a perceber, constrangidos, que o infortúnio de tantas
mulheres – que poderia ser evitado com um mínimo de amor – tornou-se maior também por nossa omissão, que não sou-
bemos desempenhar, como devíamos, nosso papel de irmãos que somos, porque filhos de um mesmo Pai.

  Boletim SEI - site: www.boletimsei.com.br  -  Outubro 2014 –nº 2241








Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 18h05
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SEXO - ARTIGO DE COMPRA E VENDA

Luiz Carlos D. Formiga

Os homens demonstram sua posição na escala evolutiva pelas decisões que tomam diante da vida.
 
Em muitos a consciência ainda não despertou para os verdadeiros valores. De posse de liberdade relativa demonstram pouca responsabilidade. Antes de governar, parecem governados pelos instintos.
 
Muitos são especialistas na arte de multiplicar títulos e propriedades, mas no campo afetivo afastam-se da receptividade, do compromisso. São mestres na produção de seres-objetos. Distanciados da consciência lúcida são ainda amantes da poligamia. No homem mais evoluído a sexualidade é entendida num contexto amplo, inclusive o espiritual. Vê na sexualidade uma atividade intimamente ligada ao crescimento pessoal, à autoestima e à formação de saudáveis vínculos afetivos e amorosos. Espírito mais amadurecido percebe a sexualidade como reconstituinte das forças espirituais pelo qual as criaturas se alimentam mutuamente. Mesmo quando convivendo com inseguranças e sentimentos de rejeição, nunca busca o sexo como forma de autoafirmação e alívio de incertezas ou carências. Não troca sexo por companhia tentando diminuir o vazio da solidão.
 
Quando o espírito, mesmo em corpo velho, está num nível evolutivo ainda baixo, sua consciência dorme e se torna difícil frear instintos. São pessoas fisiologicamente adultas mas emocionalmente infantis.(5,6,7)
 
Mas, quem atirou a primeira pedra?
 
Analisando-se o discurso de mulheres que se vendem de forma institucionalizada (EU-ISSO) e o silêncio do seu comprador, concluiu-se de que a coisificação da mulher é indispensável, para a grande cidade, como é a lata de lixo para a família. Ela desempenharia o papel de defesa da ordem coletiva e o da satisfação dos impulsos recônditos dos homens. Mas, duas questões são importantes. Como essa mulher que se vende (EU-ISSO) vivencia sua sexualidade (EU-MULHER)? Como se sente e o que busca o homem (EU-ISSO) ao relacionar-se sexualmente com uma mulher que se vende?
 
O acesso À bibliografia e à realidade do dia-a-dia revelaram, na pesquisa(2), que existe uma contradição muito grande em torno da prostituição, pois, ao mesmo tempo em que ela é recriminada como algo nocivo à sociedade, é tolerada, servindo como importante estabilizador social, que cumpre várias funções. No entanto, o discurso das mulheres revelou a crença de uma atividade profissional como outra qualquer onde a busca do dinheiro é o mais importante.
 
Por outro lado o sonho da constituição de uma família apareceu neste discurso.
 
É válida a premissa de que as circunstâncias socio-econômicas e morais estabelecidas pela sociedade criam e recriam os espaços do vir-a-ser prostituta. O homem deve ser visto como um co-autor, co-responsável por esse modo milenar de vivenciar uma das inúmeras facetas da sexualidade humana. No momento em que estamos escrevendo estas linhas, há um destaque especial na novela da TV sobre essa questão, demonstrando a contradição referida anteriormente. Ao mesmo tempo em que ela é recriminada como algo nocivo à sociedade, é também tolerada (casas de tolerância), até no "horário nobre".
 
Nas incursões a estas "casas" os pedagogos e psicólogos pesquisadores verificam que os homens (casados) se sentem pouco à vontade em dar entrevistas, no sentido de oferecer respostas à segunda questão acima (o que busca ao relacionar-se?)
 
Se não existisse o estigma, quanto ao tipo de atividade, muito pouco esta se diferenciaria das atividades de outros profissionais. O que existe é uma dicotomia corpo x mente, em que o primeiro assume um valor de troca e o segundo se consome no esquecimento. Ela procura um distanciamento de si mesma, do SER-MULHER-MÃE, da prostituta. Não há unificação do ser. Ao buscar relacionar-se desta forma, intenciona preservar-se enquanto um ISSO, enquanto um objeto, que possui seu valor de troca, que sente prazer apenas na obtenção do dinheiro e que deve ser preservado e cuidado. O dinheiro legitima essa forma de ser no mundo e a dicotomização do lado impessoal, profissional e afetivo permite apenas a meta de desempenhar ou representar no palco sua função da melhor forma possível. Ela precisa manter seu objeto de trabalho sempre em evidência, possibilitando seu sustento. Fingir faz parte do "show" e pode-se pensar numa ginástica com os aparatos de uma boa aula de aeróbica. O caráter erótico em que se vivencia a cumplicidade, a troca, o envolvimento não existe. Uma delas fez a síntese: "É um sexo podre".

Continue aleitura deste artigo no  endereço abaixo:



Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 18h04
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Revendo e Aplicando Critérios.

Na análise de Kardec,

apenas 8,3% dos artigos de desencarnados, recebidos para publicação, poderiam ser divulgados e, destes, somente 5,5 apresentavam mérito.

 Dos artigos escritos por “encarnados” 20% apresentavam real valor. 

Luiz Carlos Formiga 

Em março, do corrente, fomos convidados para coordenar reunião na “Abertura dos Estudos do Centro Espírita Joana d´Arc”, Iraja, Rio de Janeiro, RJ. O assunto foi “A Importância do Estudo na Casa Espírita.”

O tema foi iniciado com “O Diálogo Mais Difícil”, texto publicado no jornal “O Rebate” (1). 

Após a leitura travou-se rápida discussão indagando se o jornal deveria ter publicado o artigo.

Pediu-se aos participantes que considerassem que, na análise de Kardec( 2), apenas 8,3% dos artigos de desencarnados, recebidos para publicação, poderiam ser divulgados e, destes, somente 5,5 apresentavam mérito. Dos artigos escritos por “encarnados” 20% apresentavam real valor. 

Outra questão foi colocada: “O Diálogo Mais Difícil” permite ao leitor chegar à conclusão da importância do estudo da Doutrina Espírita?

Em seguida, com auxílio do computador passou-se a uma rápida colocação (PPS) dos critérios encontrados na Revista Espírita, em ”Exame das comunicações mediúnicas que nos enviam.“ 

Após a exposição, foi sugerido aos participantes que, em casa, fizessem análise de um segundo artigo - “Dano e Dor Sem Nome” e considerassem também as orientações publicadas no Livro dos Médiuns.


Passando batido”: privilegiar o interesse coletivo; afastar o vulgar e pueril; procurar enganar-se o menos possível; no interesse da causa, pecar por excesso de prudência e lembrar que a condição do sucesso impõe a necessidade de uma escolha rigorosa.

Outras leituras adicionais foram sugeridas e deveriam ser feitas antes da próxima reunião, quando seria aplicado um questionário de avaliação (os participantes não foram avisados da avaliação). A primeira leitura foi sobre “níveis de consciência”, encontrada num PPS, disponibilizado na WEB (4).A segunda foram trechos de uma entrevista do livro “Conversando com Divaldo Pereira Franco editado pela Federação Espírita do Paraná, que também pode ser encontrada em diversos endereços eletrônicos (5) 

O questionário de avaliação, que também não deveria ser assinado, foi aplicado, pelo coordenador geral dos estudos, na ausência do expositor e seus resultados revelaram o seguinte:

Questionário – critério de desempenho: I = insuficiente ( abaixo de 4,9 ), R = regular (5 -6,9) , B = bom (7 -7,9) , MB = muito bom (8 -8,9) , E = excelente (9-10) 

Resultados:

1. De modo geral como foi conduzido o estudo? Moda = MB; média = 8,0 

2. Se uma pessoa pedisse opinião sobre se deveria ou não assistir estudo sob a responsabilidade deste expositor, com que conceito você responderia? Moda = MB; média = 8.0

3. Em relação ao suor despendido neste estudo: a metade despendeu médio esforço, mas a outra fez muito esforço. 

4. Perguntou-se. Fazendo autocrítica da sua condição de participante que conceito você se daria. A resposta foi boa-participação, com tendência a muito-boa.

5. Quanto à impressão do aprendido a moda foi MB e a média 7.8. 

Observações. Para o cálculo da média utilizou-se o menor valor de cada conceito. O conceito regular foi usado apenas uma vez, quando se perguntou sobre a autocrítica do participante.

Referências

1. O Diálogo mais difícil 

http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/02/o-dialogo-mais-dificil.html


2. Critérios. Revista Espírita. Maio 1863. Exame das comunicações mediúnicas que nos enviam
 

http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/re/1863/index.html


3. Dano e Dor Sem Nome
 

http://www.espiritualidades.com.br/Artigos/F_autores/FORMIGA_Luiz_tit_Dano_e_dor_sem_nome.htm

http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/04/boicote-ao-filme-as-maes-de-chico.html

4. Níveis de Consciência: "erro médico laboratorial, drogas, religiosidade e espiritualidade", PPS utilizado em palestra no Laboratório Central de Saúde Pública, para profissionais especialistas em Microbiologia Clínica.
 

http://sinapseslinks.wordpress.com/2012/01/28/consciencia-na-secretaria-de-saude/

http://www.forumespirita.net/fe/power-point/ciencia-e-espiritualidade-gregg-braden/ 

http://www.forumespirita.net/fe/power-point/diferencas-entre-religiao-e-espiritualidade-40388/msg256739/?topicseen#msg256739


5. Divaldo entrevista
 

Opinião de Divaldo sobre a enxurrada de livros "espíritas" no mercado

http://tupanciretaespirita.blogspot.com/2011/08/opiniao-de-divaldo-sobre-enxurrada-de.html 

http://blogamigoespirita.blogspot.com/2010/03/proliferacao-de-obras-mediunicas.html

http://addavid.blogspot.com/2012/03/opiniao-de-divaldo-sobre-enxurrada-de.html

 

 

 



Escrito por Claudia Moura às 15h02
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  Conexões solidárias





                          Christian McPhilamy, um garoto de 8 anos, de Melbourne, na Florida, EUA, decidiu deixar os cabelos crescerem a fim de fazer perucas para crianças com câncer. McPhilamy teve a ideia há alguns anos, assistindo a um comercial de câncer pediátrico. Na ocasião descobriu que as crianças ficavam carecas com a quimioterapia e que poderia ajudá-las doando os próprios cabelos. Para isso, deixou seus cabelos crescerem. Ficou tão cabeludo que começou a sofrer bullying na escola, todavia, suportou as críticas e o assédio moral. Foram dois anos de provocações de colegas e adultos que o chamavam de menina. Quando as madeixas já estavam bem longas, ele raspou a cabeça e doou 30 centímetros de cabelos a uma instituição que faz perucas gratuitas para cancerosos.
Por falar nisso, no Irã, o professor Ali Mohammadian percebeu que Mahan Rahimi, de oito anos, um dos seus alunos, era portador de uma doença rara que provoca a perda dos cabelos. Rahimi ficou muito isolado depois de ter ficado careca, sua alegria desapareceu completamente e o professor, preocupado com desempenho escolar do menino por causa do bullying, decidiu raspar a cabeça e ficar careca como o menino a fim de dar um basta às agressões verbais e físicas que Mahan sofria no colégio. Alguns dias depois, inspirados pelo professor, todos os colegas de turma de Mahan decidiram raspar o cabelo também, gerando uma onda de solidariedade que surpreendeu a todos. A corajosa atitude do professor foi amplamente divulgada nos meios de comunicação do Irã e Ali Mohammadian tornou-se um herói nacional.
Quando visitamos o doente no leito de um hospital, quando estendemos às mãos ao preso no cárcere, quando expedimos um cartão de “feliz aniversário” para um amigo, quando doamos o farnel de cesta básica para a família carente, quando telefonamos para alguém que não vemos há muito tempo, quando prestamos atenção no próximo, estabelecemos um vínculo solidário.
Obviamente, a solidariedade é uma palavra que assombra os individualistas, porque inflige a mobilização de recursos em favor do próximo, porém gostem ou não é a lei da assistência mútua e da dependência recíproca, sem a qual todo progresso, no planeta, é praticamente impossível. A Lei que rege as relações sociais impulsiona o homem à solidariedade e ao amor, fagulha sublime que todos, sem exceção, têm no coração, haja vista que um homem, por mais abominável que seja, vota a alguém, a um animal ou a um objeto qualquer, viva e ardente afeição.
Allan Kardec indagou aos Espíritos se “o homem, ao buscar a sociedade, obedece apenas a um sentimento pessoal ou há também nesse sentimento uma finalidade providencial de ordem geral? Os Benfeitores esclareceram: O homem deve progredir, mas sozinho não o pode fazer porque não possui todas as faculdades; precisa do contato dos outros homens. No isolamento, ele se embrutece e se estiola”.[1]
Ser solidário é sentir necessidade íntima de dividir algo ou alguma coisa com o próximo. A solidarização é o anseio de identificação com as dificuldades dos outros, que leva as pessoas a se auxiliarem mutuamente. É o compromisso pelo qual nos percebemos no comprometimento de ajudar-nos uns aos outros. Sem o devido culto à solidariedade nossos passos, por mais firmes, não surpreenderiam à frente senão intranquilidade e agitação, discórdia e destruição. Tudo é interdependência e sustentação recíproca em toda natureza, para que desfrutemos a experiência da existência física rumo a nobre elevação à imortalidade vencedora.
Em Devon, Inglaterra,  a senhora  Molly-Mole Povey, preocupada com seu filho Roman que reclamou não ter amigos na escola, deliberou postar uma mensagem no Facebook solicitando às pessoas que almejassem um“feliz aniversário” ao filho. A mensagem de Molly “viralizou”[2] e centenas de cartões chegaram à casa da família, até mesmo de lugares distantes como Nova Zelândia, Dubai, Finlândia, Dinamarca, Egito, Noruega, Alemanha e Austrália. Na verdade , Molly-Mole aguardava apenas que algumas pessoas da escola dessem um cartão “virtual” a seu filho, mas (o post) foi muito compartilhado  e as pessoas do mundo inteiro  se ofereceram para enviar cartões de “boas festas”. Isso é prova cabal que o ser humano tende à solidariedade.
Aristóteles, o filósofo grego, afirmou que “o homem é um animal social”, isto é, ele não basta a si mesmo, pois (re)nasceu para interagir com o seu semelhante. Emmanuel ensina que a Terra deve ser considerada escola de solidariedade para o aperfeiçoamento e regeneração de todos nós. “Na dor como na alegria, no trabalho feliz como na experiência escabrosa devemos considerar a reencarnação um processo de sublime aprendizado fraternal, concedido por Deus aos seus filhos, no caminho do progresso e da redenção.”[3] Todavia, diversas criaturas, de um modo geral, ainda têm muito da tribo, encontrando se encarcerados nos instintos propriamente humanos, na luta das posições e das aquisições, dentro de um egoísmo quase feroz, como se guardassem consigo, indefinidamente, as heranças da vida animal. “A fraternidade [solidariedade]conquista uma nova expressão no íntimo da criatura, a fim de que o Espírito possa alçar o grande voo para os mais gloriosos destinos.” [4]
Fraternidade [solidariedade] pode traduzir-se “por cooperação sincera e legítima, em todos os trabalhos da vida, e, em toda cooperação verdadeira, o personalismo não pode subsistir, salientando-se que quem coopera cede sempre alguma coisa de si mesmo, dando o testemunho de abnegação, sem a qual a fraternidade não se manifestaria no mundo, de modo algum.” [5]
Dentro dos autênticos manifestos cristãos, nasce a solidariedade, que só pode ser exercida pelos que não vivem somente para si. Atendamos aos impositivos da solidariedade e compreendamos que a Lei Divina, em tempo algum, nos sugere isolamento que, na verdade, é sempre egoísmo, ainda mesmo quando nos ausentemos da batalha humana, sob a argumentação de cultivar a virtude e garantir a fé.
Observemos que a própria família consanguínea é uma ordem de auxílio mútuo. Ninguém reencarna sem o desvelo do berço e o berço é sucessivamente o desvelo de mãe, o arrimo do pai a desfazer-se em disposições de paz e luz. A solidariedade é uma atitude que tem uma função preponderante nesta batalha travada pelo homem contra si próprio. Alguns infelizmente permanecem  sob o jugo da solidão, do estar em si mesmo, no seio de um agrupamento de sete bilhões de pessoas. Ser solidário é acudir incondicionalmente os que carecem de ajuda. Não podemos cair na vala profunda do egoísmo, ou seja a vala que a experiência já demonstrou não ser tapada por bens materiais. Um buraco que só pode ser preenchido por uma vida honrada, cujo desígnio básico é ser solidário , pelo simples prazer de sê-lo.
 
Nota e referências bibliográficas:
[1]            KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos, RJ: Ed. FEB, 2000, perg. 768:
[2]           Espalhar(-se) de maneira a criar um efeito semelhante ao de um vírus.
[3]           XAVIER, Francisco cândido. O Consolador, ditado pelo espirito Emmanuel , RJ: Ed. FEB, 2002,
[4]           idem
[5]           idem


                       Jorge Hessen






Escrito por Claudia Moura às 12h54
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E se os espíritas estiverem com a razão?

Luiz Carlos Formiga 

Advogam que são inúmeras as evidências científicas sugestivas de imortalidade
e reencarnação e que devemos estudá-las para não sermos considerados indigentes culturais, diante dos alunos de graduação da universidade de Colúmbia ou da Geórgia.

 Problemas éticos podem ser resolvidos pela estatística, como a questão da adesividade de bactérias às células do hospedeiro? Ou, será a ética de ordem qualitativa? A base da legislação para todos os cidadãos é a ética? Estado é apenas o centro legislador para todos os cidadãos? O aborto situa-se no campo ético que é competência do Estado?

 Se uma pessoa em potencial (feto) ainda não é uma pessoa podemos recomendar o aborto? uma pessoa sem potencial (“paciente terminal”) não é mais uma pessoa, então podemos pensar em eutanásia ?

 Texto elaborado para discussão com alunos do Curso de Pós-graduação em Microbiologia da Faculdade de Ciências Médica da UERJ, em maio de 1998.

 Publicado no Boletim - Sociedade Brasileira de Microbiologia - Notícias, 21: 3-4, julho, 1998.)

 Texto completo

http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/ensino-pesquisa.html

 

 




Escrito por Claudia Moura às 20h19
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Sequelas







O sofrimento desempenha na Terra uma ação relevante, qual seja a de contribuir para o desenvolvimento intelecto-moral dos seres.

Nas esferas primárias expressa-se no campo dos instintos, desenhando as primeiras sensações e emoções nervosas.

No ser humano, não tendo caráter punitivo, é processo de desgaste dos atavismos que o retém na retaguarda do progresso.

Graças à sua ação, alteram-se as aparências e desvelam-se os mecanismos internos, que se exteriorizam do Espírito em conquistas necessárias.

Não obstante, o sofrimento nem sempre consegue levar, de imediato, à meta aquele que lhe experimenta o concurso.

Nos indivíduos rebeldes, ainda mais vinculados à sensação, a sua presença causa revolta, em empurrando-os para a animosidadede, o ressentimento, o ódio, o desejo de autodestruição.

Naqueloutros de compleição emocional tímida resulta em processo de resignação estagnaria, sem produzir a renovação, que induz à luta por superá-lo.

Não obstante, existem muitos que o recebem de maneira dinâmica, estimulante, por compreenderem que é uma sequela de atos infelizes que ficaram no passado, ou de processos naturais do mecanismo evolutivo.

Entre os primeiros, as sequelas da rebeldia sistemática são: maior agudeza das aflições, continuidade dos transtornos, ausência de pausas refazentes. Isto porque, bloqueados neles os centros do discernimento, intoxicam-se com as próprias energias nefastas, ampliando a área e o tempo do processo-dor.

Nos segundos, a acomodação, de alguma forma, a revolta surda que conduz à submissão, de maneira alguma trabalham para a renovação, gerando sequelas de parasitismo e quase inutilidade evolutiva.

Somente quando luz o entendimento das suas causas é que sequelas são: conquistas de harmonia íntima, inteira moral, humildade legítima diante das Leis da Vida.






Portadores de enfermidades degenerativas que resvalam pelas rampas do desespero, da consciência de culpa, do recalcitrar ante o aguilhão, partem do corpo com as sequelas correspondentes impressas nos tecidos sutis da alma, no campo perispiritual, continuando a experimentar mais acentuadas aflições, até que, por exaustão, se resolvem à mudança mental e à diluição dos registros gravados.

Nos processos referentes aos transtornos psicológicos, sequelas idênticas surgem, atraindo mais ao convívio emocional os Espíritos inimigos que os atormentaram, agora prosseguindo em batalha mais inclemente.

Desse modo, em todos quantos desencarnam na aceitação parasitária das ocorrências aflitivas, as sequelas permanecem assinalando esses pacientes por largo tempo, já que não lutaram por sobrepor-se aos testemunhos da purificação.

Aqueles, entretanto, que se trabalharam emocional e espiritualmente, têm após o decesso tumular, como sequelas, as ausências das impressões perturbadoras, das dores que ficaram na roupagem em diluição.

Ninguém transita pelos patamares do crescimento íntimo sem o concurso do sofrimento, que proporciona, quando bem recebido, o direcionamento das aspirações para Deus e para o Bem, para a harmonia íntima, para a atitude de respeito e amor pela Vida.

O sofrimento surge, em muitos casos, como coroa de glória, que numerosos Espíritos nobres solicitam e recebem, tornando-se protótipos de perfeita sintonia com Deus e por amor à Humanidade.

Quando o sofrimento é aceito como força dinâmica, faculta o êxtase dos santos, dos artistas, dos pensadores, dos cientistas, porque afrouxa os laços materiais que retém o Espírito, permitindo-lhe pairar nas regiões de onde procede, haurindo ali mais força e energia para ensinar autossuperação e felicidade.

Quando Jesus proclamou que são bem-aventurados os aflitos, é evidente que se referiu somente àqueles cuja aflição não produza sequelas devastadoras que dilaceram a alma.

Aflitos e sofridos, sim, mas nem todos, em face das sequelas que produzam...





Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Pereira Franco, em 4 de janeiro de 1999,
no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.

 



Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 18h41
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                                                       A Orientação Materialista nas Universidades

DEMOROU MAS O ESPÍRITA ACORDOU.

EM DISCUSSÃO A QUESTÃO CHAVE:

 

Como fazer para, na universidade, ajudar jovens espíritas na hora de enfrentar cursos de forte orientação materialista?

 

Clique aqui para ler mais: 

http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/para-a-nossa-cura/#ixzz2qPDrqmqg

http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/para-a-nossa-cura/#ixzz2r25wM5uU

 


 


Entrevista de Sir Arthur Conan Doyle, feita no verão de 1927.

Trata-se do único registro áudio-visual conhecido do autor. 

​Em 10 minutos 
, Conan Doyle
​comenta 
sobre
​como criou ​
Sherlock Holmes e
​ porque priorizou o​
 
​E​
spiritismo
​ na vida​

Link abaixo

https://www.youtube.com/watch?v=8EOYl9Z0wB8#t=178


Saudações,

Jorge Hessen

palestras       aluznamente     artigosespiritas     

autoresespiritasclassicos    

   Praeiro vida e obra

 

Artigos em espanhol   Lista de palestras Jorge Hessen videos

 


TV NUPES        -       Ciência , Saúde e Espiritualidade

Acaba de entrar no ar a TV NUPES que, todo final de semana, trará vídeos novos de qualidade e acessíveis a estudantes, pesquisadores e todos os interessados em ciência, saúde e espiritualidade.
https://www.youtube.com/channel/UCkdgPl5TT1y1TdGhufLX-Eg

 

Vídeo de apresentação do NUPES (4min):
https://www.youtube.com/watch?v=wvtvW7q-Cb0

 

Primeira parte da entrevista com Prof. Cloninger sobre bem estar (3 min)
https://www.youtube.com/watch?v=MwPCkyKDkT0

 
TV NUPES: Ciência, Religião e Espiritualidade: como conciliar? - Introdução
Primeiro de uma série de vídeos que discutirá 5 mitos sobre a relação entre ciência e religião/espiritualidade

https://www.youtube.com/watch?v=HZ8hgnl8wsE


Acaba de estrear na TV NUPES o vídeo (6 min) com segundo mito:

Em inglês:






Na sexta que vem o mito 3:
Eterno conflito entre ciência e religião

 

 



Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 18h39
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YVONNE DO AMARAL PEREIRA

OUÇA ENTREVISTA HISTÓRICA GRAVADA EM 1978 COM A MÉDIUM ESPÍRITA YVONNE DO AMARAL PEREIRA.

Entrevista é atualísima principalmente para orientação de médiuns.

Yvonne já está na espiritualidade à 30 anos.

http://www.redeamigoespirita.com.br/group/audiosespiritas/forum/topics/entrevista-historica-gravada-em-1978-com-a-medium-espirita-yvonne

Extraído no site REDE AMIGO ESPÍRITA


Uma das maiores médiuns de todos os tempos, Yvonne do Amaral Pereira (1900 - 1984) concedeu entrevista em março de 1978 ao pesquisador Danilo Vilela, seis anos antes de sua desencarnação. O tema é mediunidade. Como educar, conviver e praticar sempre com Jesus e Kardec. Histórica, imperdível!

 


 

DIVALDO FRANCO NA UERJ - Setembro

Este ano a vinda do famoso orador espírita Divaldo Pereira Franco será em 5 de setembro  na Concha Acústica às 20 horas!

Oportunamente divulgaremos toda sua  programação no Rio de Janeiro, em 2014, comemorando 67 anos de divulgação Espírita!



Evangelho no Lar

Finalidade e Importância [1]

  1. Estudar o Evangelho de Jesus possibilita compreender os ensinamentos cristãos, cuja prática nos conduz ao aprimoramento moral.
  2. Criar em todos os lares o hábito de se reunir em família, para despertar e acentuar nos familiares o sentimento de fraternidade.
  3. Pelo momento de paz que o Evangelho proporciona ao Lar, pela união das criaturas, propiciando a cada um uma vivência tranquila e equilibrada.
  4. Higienizar o Lar por pensamentos e sentimentos elevados e favorecer a influência dos Mensageiros do Bem.
  5. Facilitar no Lar e fora dele o amparo necessário diante das dificuldades materiais e espirituais, mantendo operantes os princípios da vigilância e da oração.
  6. Elevar o padrão vibratório dos componentes do Lar e contribuir com o Plano Espiritual na obtenção de um mundo melhor.
  7. Tornar o Evangelho conhecido, compreendido, sentido e exemplificado em todos os ambientes.


[1] Campanha: Evangelho no Lar e no Coração. Federação Espírita Brasileira

Agradecemos ao irmão  

Nosso Blog na Era do Espírito

 

Textos escritos para o Blog NEU-UERJ por Luiz Carlos D. Formiga foram republicados em 04/05/2014,  no Portal A ERA DO ESPÍRITO. Classificando-os de  temas de muito importância  para a reflexão.

São os seguintes artigos já publicados em nosso BLOG e republicados agora:

Chorão e Retroalimentação (novo)

Como Lidar com Demônios e Espíritas? (novo)

Esclarecendo Dúvidas - NEU – Fundão (Introdução à Doutrina Espírita) (novo)

“Não Vai Ter Copo!” (novo)

“Voltei aos Quintos dos Infernos” (Chorão) (novo)

 


           Agradecemos ao irmão  Elio,daquelePortal,pela iniciativa. 


Espiritismo na Universidade e no "RECANTO DAS LETRAS"


Quem ENSINA quem?

Ao longo dos tempos...
Chamamentos
E alertas!

Do homem das cavernas...
Ao homem espacial...
O que mudou?

Ciência e coração?

Era do AMOR!

LINKS
 
Sobre Núcleos Espírtas Universitários
 http://recantodasletras.uol.com.br/mensagensdeamor/1920068

Sobre Ciência e Amor
 http://recantodasletras.uol.com.br/mensagensdeamor/1918114

Sobre o universitário espírita e a ética
 http://recantodasletras.uol.com.br/mensagensdeamor/1921186

Sobre o "paciente terminal" e o passe no hospital
 http://recantodasletras.uol.com.br/mensagensreligiosas/1910142

Contra o aborto criminoso
 http://recantodasletras.uol.com.br/indrisos/1785090

Sobre uma "Homenagem a um pioneiro"
 http://recantodasletras.uol.com.br/homenagens/1921339

Ramon

 



Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 18h25
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