C O N V I T ELançamento da Campanha Nacional “Parlamentos e Governos pela Vida”“A VIDA depende do seu VOTO”10 de setembro de 2010 –A partir das 16 horasAuditório da Câmara Municipal do Rio de Janeiro Praça Floriano –Cinelândia -RJ OMovimentoNacionaldaCidadaniapelaVida–BrasilSemAbortoconvida-o(a)paraparticipardolançamentodestaCampanhaNacional,umadasaçõesdemobilizaçãoeconscientizaçãodasociedadeparaadefesaepromoçãodoprimeiroemaisfundamentaldetodososdireitoshumanos,odireitoàvida. ACampanhaNacional“GovernoseParlamentospelaVida“temcomoslogan“AVIDAdependedoseuVOTO”eporfinalidadeaidentificaçãodecandidatos(as)quedefendemodireitoàvida–desdeaconcepção.AlémdissobuscaconscientizaroseleitoresbrasileirosalevaremconsideraçãoodireitoàvidanahoradefazersuaescolhadevotoparaPresidente,Governador,Senador,DeputadoFederaleDeputadoEstadual. VenhaparticipardolançamentodestaCampanhaNacionalesejavocêmaisumadivulgá-laparaquetenhamos,apartirde2011,políticosrealmentecomprometidoscomadefesadavidaecontraalegalizaçãodoabortoemnossopaís. Compareçaeconvideseusamigosesuacomunidadeparaprestigiaresteimportanteeventoemdefesadavida
Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 09h27
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Núcleo Espírita Universitário - UERJ 
| Universidade do Estado do Rio de Janeiro Reuniões Semanais Sextas Feiras 12:00 as 13 horas Sala 9090 – bloco F Pavilhão Reitor Haroldo Lisboa da Cunha Campus Universitário Francisco Negrão de Lima – Maracanã Rua São Francisco Xavier nº 524 – Vila Isabel 0
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A cerca de 21 anos a Doutrina Espírita está sendo estudado na UERJ, toda semana, 10 meses por ano. Você quer participar destes estudos? As reuniões são abertas a todos os interessados pertencentes ou não a comunidade da UERJ
Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 08h57
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DIVALDO NO RIO Como faz há anos, o médium Divaldo Pereira Franco realizará, no mês de agosto, mais um roteiro de atividades no Rio de Janeiro. No dia 26, falará, às 20h, no Grupo Espírita André Luiz (Rua Jiquibá, 139, Maracanã); dia 27, no mesmo horário, na Concha Acústica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Rua São Francisco Xavier, 524, também no Maracanã); dia 28, às 18h, na Congregação Espírita Francisco de Paula (Rua Conselheiro Zenha, 31, Tijuca). No dia 29, Divaldo participará, das 9h às 17h, do 20o Feirão Pró- Mansão do Caminho, no Colégio Militar (Rua São Francisco Xavier, 267, Maracanã); e, no dia 30, às 20h, realizará conferência na Sociedade Hebraica (Rua das Laranjeiras, 346, Laranjeiras). Todos os eventos têm entrada franca, exceto o Seminário Beneficente Pró-Mansão do Caminho, já na 17a edição, agendado para o dia 1o de setembro, das 14h às 18h, na Casa de Espanha (Rua Vitório da Costa, 254, Humaitá). Os interessados podem adquirir o convite na Livraria Espírita Joanna de Ângelis, telefone (21) 2265-2065; ou no Abrigo Thereza de Jesus, Rua Ibituruna, 53, Maracanã, telefone (21) 2569-8215. Preço: R$35,00, com direito a um livro. Mais detalhes, com a coordenadora do roteiro, Ana Maria Spranger, correio eletrônico anaspranger@gmail.com.
Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 22h33
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| Censo demográfico do IBGE | RECOMENDAÇÃO AOS ESPÍRITAS Considerando que, segundo informações, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, na pesquisa destinada ao Censo demográfico nacional caracterizou os espíritas como Kardecistas;
Considerando que esta Federação Espírita Brasileira - FEB, não foi consultada por aquele órgão sobre o assunto; Considerando que a esta altura, não há tempo hábil de tentar mudar a programação estabelecida pelo IBGE; Considerando ainda que a pesquisa nacional já se encontra em curso; Recomendamos a todos os espíritas que, ao serem consultados pelos pesquisadores do IBGE e visando a inclusão de todos na contagem que se realiza, declarem-se Kardecistas, uma vez que no formulário do Censo não foi registrada a palavra Espírita. Brasília, 2 de agosto de 2010.
Federação Espírita Brasileira Nestor João Masotti Presidente |
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Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 09h25
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As Condições da Vida Após a Morte Uma dúvida, sobre as condições da vida após a morte, apresentada por um cardiologista nos chamou a atenção. Diversas pessoas já nos fizeram a mesma questão e outros nos confessaram que iriam deixar para ler o livro "Nosso Lar" depois que melhor estivessem inteirados dos postulados básicos da Doutrina Espírita. Se não é como o espírito André Luiz escreve, através do médium Francisco Cândido Xavier, como será? Diversos médiuns descrevem relatos parecidos e coincidentes. Como coincidentes e parecidos são os relatos das pessoas que tiveram a experiência autoscópica. Aparentemente morto o indivíduo chega ao hospital. Algum tempo depois seu coração recomeça a bater. Depois contam as histórias de suas mortes. É a experiência de morte iminente, onde há extraordinária percepção de visões, sons e acontecimentos que a pessoa tem, quando clinicamente morta, próxima ao retorno impossível.
Leia mais em http://www.espirito.org.br/portal/artigos/geae/universidade-da-alma.html
Divulgar a Doutrina Espírita, Nosso Lar, a Obra do médium Francisco Cândido Xavier é tarefa importante num Planeta em Regeneração.
Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 09h31
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NO FUTEBOL O BRASIL FICOU ENTRE OS 8 MELHORES DO MUNDO E ESTÁ TRISTE. NA EDUCAÇÃO É O 85º E NÃO HÁ TRISTEZA... |
Incentivar a pesquisa “Dá conta de tua administração”, (Lucas, 16:2). A pesquisa, para alguns docentes, é atividade sublime. Como sublime é toda religião. Emmanuel, através de Chico Xavier, na página “Doutrina Espírita” nos lembra que “toda religião fala de penas e recompensas. No entanto, só a Doutrina Espírita elucida que todos colheremos conforme a plantação que tenhamos lançado à vida, sem qualquer privilégio na Justiça Divina.” ("Religião dos Espíritos", edição da Federação Espírita Brasileira).
Comentamos anteriormente em “Ensino e pesquisa na universidade: questão de lei ou de visão de mundo?” Caderno de Pesquisa, São Paulo (69): 5-16, 1989, o valor que o binômio ensino-pesquisa possui para uma boa parte dos professores universitários. Mas, a pesquisa tem sido praticamente negligenciada nos orçamentos da grande maioria das instituições de ensino superior e, em geral, parece desempenhar papel secundário na carreira do professor. Existe uma ênfase quase absoluta na formação profissional, em detrimento das atividades de pesquisa, o que torna a integração entre ensino e pesquisa bastante problemática.
São bem poucas as universidades brasileiras que têm uma política global de pesquisa definida e clara, na qual estejam, por exemplo, estabelecidas institucionalmente as principais linhas de pesquisa e recursos alocados. A organização estudantil pode parecer secundária, mas é importante politicamente e também para o “ethos científico”. Num bom número de universidades brasileiras não existem Centros Acadêmicos como na UFRGS. Ali é possível encontrar a relação de grupos de pesquisa ativos na Faculdade.
Um dos grupos está agora estudando “Direitos Fundamentais e Novos Direitos”. A linha de pesquisa tem por “objetivo analisar, primeiramente, a evolução histórica, a discussão conceitual e a positivação dos Direitos Fundamentais ao longo da história. Num segundo momento, pretende estudar as relações entre os Direitos Fundamentais e a emergência dos ditos Novos Direitos, suas gerações, a natureza jurídica e as soluções positivadas que os ordenamentos jurídicos vem trazendo a eles” (http://www6.ufrgs.br/caar/?cat=28). Alguns momentos históricos são importantes para que se proceda a uma análise da pesquisa científica no cenário acadêmico.
No Brasil, a criação da Universidade de São Paulo em 1934 é um marco fundamental da Institucionalização da pesquisa em uma universidade. Alguns cientistas professores da Universidade do Brasil (em 1931) lograram obter êxito semelhante ao que teve Carlos Chagas Filho na criação do Instituto de Biofísica (1945). No âmbito da educação, em 1937, já no Estado Novo, foi criado o Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (INEP) e em 1951 foi criada a Comissão de Aperfeiçoamento de Ensino Superior (CAPES). A Universidade de Brasília foi criada em 1961 com a proposta de incorporar a pesquisa ao ensino universitário. Em 1968, em plena vigência do autoritarismo político a Lei da Reforma Universitária reafirma o principio da indissociabilidade do ensino e da pesquisa.
O discurso é mais uma vez mais forte do que a concessão de meios para efetivá-la na prática, o que demonstra a necessidade de vontade política de proceder à institucionalização da pesquisa. Por outro lado, além de estar com o “pires na mão” o docente pesquisador ainda deverá considerar a possibilidade de encontrar desvios administrativos. Nesta hora estamos presenciando uma crise na Universidade de Brasília, onde se suspeita que verbas destinadas a pesquisa foram desviadas para outros fins. No dia 8 de abril de 2008, o Ministério Público Federal no Distrito Federal e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios entraram na Justiça Federal, contra o reitor da UNB e o Decano de Administração, com uma ação de improbidade administrativa.
A lei preceitua positivamente a indissociabilidade entre o ensino e a pesquisa, mas no quadro atual das instituições vigentes, esse preceito é apenas uma indicação. Esta constatação faz surgir questionamento no plano político e acadêmico.
Deve a pesquisa se concentrar em institutos especializados e grandes universidades, integrados por pesquisadores produtivos e experientes, cabendo às demais universidades e instituições de ensino superior ocuparem-se do ensino e da profissionalização? Ou deve a pesquisa ser encarada como uma atividade básica de toda a universidade?
A luta pela industrialização, travada a partir dos anos 30, do século passado, e logo após a Segunda Guerra Mundial, criou a necessidade de inovações tecnológicas que não foram geradas a nível nacional. Hoje, a despeito do avanço nas Ciências Biomédicas, o veterano na Faculdade de Direito pode não ter assistido uma aula sobre “células tronco”. No entanto, o assunto é desafio de urgência para ministros do Supremo Tribunal Federal, na ADI 3510, contra o artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos.
Por outro lado, os alunos de graduação na Faculdade de Direito da UFRGS ao estudar as relações entre os Direitos Fundamentais e a emergência dos Novos Direitos já estão debruçados sobre a Bioética e o Biodireito e ainda com possibilidade da obtenção de Bolsas de iniciação científica: PIBIC-CNPq, BIC-Propesq, FAPERGS. O Brasil é um país onde encontramos grandes contradições. Nas Ciências Jurídicas discutimos ainda o que é pesquisa em Direito e ainda estamos procurando os grandes objetivos de pesquisa. Assim, a história dessa possível e desejada indissociabilidade entre o ensino e a pesquisa, ainda e por muito tempo, estará sendo escrita em abono ou desafio à lei no cotidiano de cada um dos docentes-pesquisadores, em cada universidade deste país.
Na Doutrina Espírita aprendemos com Emmanuel que “a fortuna e a autoridade não são valores únicos de que devemos dar conta hoje e amanhã. No livro Fonte Viva, o autor espiritual nos lembra que “a oportunidade de trabalhar é uma bênção, a possibilidade de servir é um obséquio divino, o ensejo de aprender é uma porta libertadora e que o tempo é um patrimônio inestimável.” Na mesma oportunidade pergunta enfático: “que fazes dos talentos preciosos que repousam em teu coração, em tuas mãos e no teu caminho?”. Mas, é no livro que referimos no primeiro parágrafo que ele nos faz sentir o peso da administração, quando diz: “"Espírita" deve ser o claro adjetivo de tua instituição, ainda mesmo que, por isso, te faltem as passageiras subvenções e honrarias terrestres. Doutrina Espírita quer dizer Doutrina do Cristo. E a Doutrina do Cristo é a doutrina do aperfeiçoamento moral em todos os mundos. Guarda-a, pois, na existência, como sendo a tua responsabilidade mais alta, porque dia virá em que serás naturalmente convidado a prestar-lhe contas.
Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 08h32
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Núcleo Espírita Universitário (NEU) promove encontros para discussão da Doutrina Espírita na UERJ Entrevista com representantes do grupo explica princípios da doutrina e frisa a importância do médium Chico Xavier Nos dias 28 e 29 de abril acontecerá, na Capela Ecumênica da Uerj, o evento Chico Xavier – Um Homem Chamado Amor, que pretende apresentar mesas-redondas, exposições, atividades culturais e manhãs de autógrafos em homenagem ao centenário do nascimento do médium mineiro, falecido em 2002. O evento está marcado para acontecer das 9 até as 21 horas. Chico Xavier – Um Homem Chamado Amor é organizado pelo PROEPER (Programa de Estudo e Pesquisa das Religiões). O evento conta com o apoio do NEU (Núcleo Espírita Universitário), organização que promove eventos relacionados ao Espiritismo em ambientes acadêmicos. No Rio de Janeiro, o NEU mantém atividades nas principais universidades, como UFRJ, Unirio, UFF e também na UERJ. Na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, são ministrados dois encontros semanais, além de um terceiro no HUPE (Hospital Universitário Pedro Ernesto), cuja proposta, de acordo com informativo datado de Março de 2010, é “o estudo e difusão do Espiritismo nos seus mais diversos aspectos e formas, a todos os interessados em conhecer os fundamentos espíritas no meio acadêmico”. A seguir, entrevista com João Luís Romão Pereira, que ministra os encontros do NEU de quarta-feira e começou na religião espírita em 1981 através de uma Mocidade Espírita; Cláudia de Melo Moura e Cid Couto Chaves, que ministram, juntamente com o prof. Leonardo Alves Carneiro não presente quando da entrevista, os encontros de sexta-feira; e Norma Albarello, professora do Instituto de Biologia da Uerj e frequentadora das reuniões de sexta-feira. Em um informativo do NEU exibido nos murais da UERJ, diz-se que um dos objetivos da organização é “trazer o conhecimento filosófico e científico da Doutrina Espírita para o âmbito da universidade”. Como o Espiritismo se relaciona com essas duas áreas, a Ciência e a Filosofia? João Luís Romão Pereira – Deixa só eu frisar que essa diretriz eu tirei do NEU Central, é uma diretriz do Núcleo Espírita Central. A Doutrina Espírita está estruturada em um triplo aspecto: religião, filosofia e ciência. O Espiritismo é uma filosofia porque a Filosofia costuma trabalhar[da seguinte maneira], se perguntando: “o que é uma coisa, como é uma coisa”. O Espiritismo é uma filosofia porque ele também pergunta: “o que é Deus? O que é a vida? O que é a nossa reencarnação?”. Ele faz essas perguntas fundamentais da Filosofia. Então, nós falamos Filosofia Espírita, ou Filosofia Espiritualista, que cuida das questões do espírito. Norma Albarello – Dentro desse contexto, lembramos que a primeira obra da codificação espírita, O livro dos espíritos, é toda estruturada na forma de perguntas, caracterizando esse aspecto filosófico. João - E por que ciência? Porque é uma ciência diferente dessa ciência formal, geral e material. É uma Ciência do Espírito, que vai analisar as questões espirituais, como Allan Kardec[fundador da Doutrina Espírita] analisou a questão das mesas girantes[fenômeno dito mediúnico através do qual mesas se mexiam, teve alguma repercussão na Europa do século XIX]. Até coloquei um trechinho nessa nota (informativo exposto nos murais da Uerj), que Allan Kardec define em uma de suas obras, “O que é o espiritismo”: “a doutrina espírita é uma ciência que investiga a origem dos espíritos, a sua natureza,[sendo] uma ciência do espírito”. Cid Couto Chaves – Só para acrescentar o porque do aspecto científico... Alan Kardec, quando fundou o espiritismo, partiu de uma metodologia experimental. Ele não inventou o espiritismo a partir de idéias pré-concebidas. Ele observou fenômenos que chamavam a atenção de todos à época: mesas que se moviam, faziam barulho, que viraram atração na Europa, no século XIX. A maioria das pessoas levou como um passatempo. Mas esses fenômenos começaram a responder a certas pessoas que faziam perguntas. E Kardec, como um homem de ciência que era, decidiu analisá-los mais seriamente. E foi estudando o fenômeno experimentalmente, fazendo perguntas, obtendo respostas dessas mesas, que o fenômeno se autoproclamou “espírito”. Então, ele não criou a idéia de um espírito respondendo. O próprio fenômeno - a mesa que batia através de um código que eles estabeleceram - uma batida “sim”, duas batidas “não”, ou então um código, associando um determinado número de batidas para cada letra - se revelou tratar-se de espíritos desencarnados, que estavam ali se manifestando. E, a partir dali, Kardec estabeleceu um diálogo que deu origem aos livros básicos dos quais falamos(O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese, todos de sua autoria). Segundo a revista SuperInteressante do mês de abril, cuja matéria de capa é sobre Chico Xavier, o Brasil é o maior país espírita do mundo. A que vocês acham que se deve essa popularidade? Cláudia – Eu acho que tem muito a ver com a própria formação de povo que nós temos. Nossa população é formada por índios, africanos e portugueses. Os índios e os africanos já trouxeram na sua bagagem essa questão, a comunicação com a parte espiritual é corriqueira, essa comunicação com entes espirituais faz parte da cultura deles. Então a nossa própria formação do povo brasileiro deu o “caldo” que propiciou essa aceitação. Norma – Tem também a questão da missão do Brasil nesse sentido. Existe uma obra que veio pela psicografia de Chico Xavier - chamada Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, ditada pelo espírito de Humberto de Campos - e ele (Chico) certamente também teve um papel muito importante nessa missão, pela sua atuação, consolando tanto as pessoas, o que deu muita consistência a questão da aceitação do Espiritismo. O livro trata da missão do Brasil de difundir o Evangelho de Jesus, mas à luz da Doutrina Espírita. Ou seja, sob outra ótica, já que muitas vezes os ensinamentos do Cristo foram sendo perdidos ou deturpados ao longo dos séculos. Então o Brasil teria esse papel de difundir a Doutrina no próprio país e para o mundo. João – Coisa que já está acontecendo, né. Tem os congressos internacionais, vários centros espíritas estão sendo fundados em outros países, os próprios palestrantes citam o Chico Xavier... Então, o Brasil já tem um papel forte como um dos maiores exportadores. Cláudia – Já existem grupos espíritas em países nórdicos, assim como nos Estados Unidos, formados por brasileiros que vivem lá, com a participação também dos nativos deste países. Ainda existe certa resistência ao Espiritismo, mas tais grupos, apesar de pequenos, estão de uma certa forma, ajudando a difundir a Doutrina Espírita. Quando vemos a sigla NEU, Núcleo Espírita Universitário, pensamos logo em jovens. O que o Espiritismo trás de positivo especificamente para as pessoas mais jovens? Em que ele pode contribuir? Norma – Eu acho que ele tem um aspecto muito importante que a gente deve considerar que é mostrar para o jovem a questão das responsabilidades com a vida dele. Então, podemos desdobrar certos temas da atualidade, com todas as suas repercussões, sob os olhos da Doutrina. Nós tivemos durante um tempo alguns jovens aqui freqüentando (as reuniões do NEU na Uerj). Infelizmente, nós não temos nesse momento esse tipo de participante. É uma pena, mas isso não é um problema do NEU, isso é um problema que está acontecendo nas casas espíritas do Rio de Janeiro. A gente tenta as estratégias de fixação, de atração do jovem para o Espiritismo. Hoje em dia, se ele quiser saber do Espiritismo ele pode dar download num monte de materiais na Internet, mas não é essa a questão, a do saber; é você vivenciar, ter uma referência consistente do que a doutrina representa como alternativa na sua vida, que tipo de conhecimento ela vai propiciar para instrumentalizar os jovens para lidar com todos os apelos do mundo, com todas as suas problemáticas espirituais. Então, na nossa casa espírita (Centro Espírita Jorge Niemeyer, freqüentado por Norma), por exemplo, organizamos a programação dos jovens de acordo com o que eles querem estudar, sob a luz da Doutrina. Falamos de drogas, homossexualismo, “Big Brother”; para tudo a gente tem uma informação consistente, com base doutrinária, para instrumentalizar essas pessoas.
Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 09h36
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Histórico do NEU UERJ 1. As origens Em 1997, quando ingressei na universidade, fiquei sabendo da existência de um grupo de estudos espíritas, que se reunia nas suas dependências. Esse grupo era coordenado por alguns professores e funcionários e era aberto à participação de todos. Procurei maiores informações sobre o grupo quando fui informada que as atividades haviam terminado. Na mesma semana, na Revista Internacional de Espiritismo (RIE) de 1987, li numa coluna de Celso Martins um comentário sobre jovens universitários em Sulacap, o que me despertou um grande interesse. Ainda no mesmo dia ganhei o livro "Não pise na bola" de Richard Simonetti, onde é retratada a importância do jovem espírita dentro da universidade. Observei que havia vários fatores que levavam a pensar em uma atividade espírita na universidade que me acolhia. Então, liguei para a USEERJ buscando ajuda para o início de alguma atividade no futuro NEU UERJ, quando me informaram sobre o trabalho do Prof. Luiz Carlos Formiga no NEU Fundão. Com a ajuda de uma jovem espírita chamada Edna Mara, também aluna da UERJ, entrei em contato com o Prof. Formiga e acabei conhecendo seu filho André que acabara de ingressar na UERJ. Eu, André e Edna começamos a nos reunir em 27 de abril de 1998 a fim de preparar o nascimento do NEU na UERJ, contando com a colaboração do NEU Fundão. O resultado foi o I Ciclo de Palestras, o qual vocês podem conhecer na página trabalhos anteriores da UERJ. Desde então, muitas atividades foram desenvolvidas com a ajuda dos professores Izabel e Leonardo que se tornaram também coordenadores do Núcleo. Depois que o NEU UERJ estava fundado, o André achou um Boletim SEI de 14/9/96 no 1485 que trazia uma nota sobre o 4o aniversário do Núcleo Espírita da UERJ, ou seja, o grupo já existia em 1992, informando que as reuniões se realizavam às quintas-feiras, das 17 às 18 horas na sala 8053-F. Informava também que o contato do Núcleo era o confrade José Provetti Júnior. Tentamos estabelecer contato com ele mas não conseguimos. Temos muita vontade de conhecer aqueles que realmente começaram o trabalho em 1992. Se você conhece esse grupo ou o confrade, entre em contato conosco por e-mail: neuuerj @ hotmail.com. 2. As reuniões Visto que a universidade é uma Instituição que, por sua natureza, não se dedica a pesquisas espíritas, sempre tivemos o cuidado de solicitar autorização oficial para utilizarmos suas dependências. As reuniões são realizadas em um anfiteatro com capacidade para aproximadamente 100 pessoas. São reuniões de estudos, tanto avançados, quanto para os iniciantes. 3. Algumas dificuldades A maior dificuldade encontrada é a divulgação interna. Muitas vezes, os cartazes colocados pelos murais da instituição são retirados ou se perdem com o vento. Veiculamos a realização das reuniões no "UERJ em dia" - jornal interno da universidade - mas nem sempre há espaço para todas as notícias. Mesmo com todas as dificuldades, é um trabalho muito reconfortante. 4. O Grupo de Estudos na Faculdade de Ciências Médicas Em agosto de 1999 tivemos a felicidade de receber a informação de que um grupo de alunos e funcionários estava se reunindo na Faculdade de Ciências Médicas da UERJ. Recebemos a notícia do próprio grupo que compareceu a um estudo e fez a divulgação. Para aqueles que não conhecem a UERJ, a FCM fica em outro endereço, um pouco distante do Pavilhão João Lyra Filho, o que dificultou muito o acesso e a divulgação das reuniões organizadas pelo NEU, anteriormente. Rapidamente fizemos o convite para que este grupo fizesse parte do calendário do NEU como mais uma reunião espírita na UERJ. Agora esse grupo é um polo do NEU na FCM. Pedimos então para que nos contassem como foi o início das suas atividades, num e-mail da Eva, uma das coordenadoras, ela contou como foi: -"...por volta de agosto de 1998, eu (Eva) e Carol, ambas espíritas e estudantes de Medicina, pensamos que seria interessante formar um grupo em que se falasse sobre o Espiritismo, visto que somente na nossa sala que possuía 90 alunos, aproximadamente 15 eram espíritas, simpatizantes ou pertenciam a família espírita. Procuramos então as pessoas que quisessem participar. "Nossa primeira reunião foi num corredor da FCM junto a outros alunos que cursavam o segundo ano do curso de Medicina. Nosso objetivo ao criar este grupo era não só formarmos um local de estudos sobre Medicina e Espiritismo, como também promovermos algum trabalho assistencial. E foi o que tentamos fazer durante o segundo semestre de 98. Visitamos um orfanato de deficientes físicos e mentais em Niterói, através de uma de nossas amigas e fizemos de maneira improvisada alguns estudos, principalmente sobre temas científicos à luz do Espiritismo. "Em 1998 iniciamos nossos estudos na sala de estudos do espaço Jayme Landman, passando a estudar temas básicos, evangélicos e científicos da Doutrina Espírita. Nossos estudos são feitos pelos próprios integrantes e convidados, num espaço que comporta 30 pessoas, estudantes e funcionários da UERJ e do Hospital Universitário Pedro Ernesto." Rio de Janeiro, agosto de 1999 Liliane de Souza Franco Coordenadora do NEU UERJ
Escrito por neuuerj às 11h52
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CVV - Centro de Valorização da VIDA Liga 141 Atendimento 24 horas Veja do link abaixo http://www.juli.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=2342617
Escrito por neuuerj às 11h47
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PRESERVAR O MEIO AMBIENTE ESPÍRITAS, MÃOS À OBRA! DOIS LINKS IMPERDÍVEIS!
http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2010/06/neu-e-ecologia-cuidado-com-o-meio.html
http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com/2009/06/preservar-o-meio-ambiente-espiritas.html#ixzz0rlnjQiig
Escrito por neuuerj às 10h49
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Amigos, vejam hoje no JE. Estes assuntos não podem ser colocados de lado, quando ESTAMOS NA UNIVERSIDADE E AINDA participamos de um NEU.
Pesquisa revela hábitos infelizes dos universitários http://www.jornaldosespiritos.com/ Pesquisa do governo federal, realizada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), ouviu 18 mil jovens matriculados no ano letivo de 2009 em 100 instituições de Ensino Superior, nas 27 capitais do país, sobre o consumo de drogas, álcool, tabaco e sexo. O resultado, divulgado nesta quarta-feira, revelou um panorama preocupante: 49% dos universitários brasileiros já experimentou algum tipo de droga ilícita; entre os menores de 18 anos, 80% já consumiram bebidas alcoólicas; 86% dos universitários já consumiram álcool; 47% já utilizaram produtos derivados de tabaco; 22% estão sob risco de desenvolver dependência de álcool; 8% estão sob risco de desenvolver dependência de maconha; 18% dos universitários já dirigiram sob efeito de bebidas alcoólicas; 27% já estiveram em um carro com um motorista embriagado; 9% dos universitários não costumam usar métodos anticoncepcionais; 41% já fizeram teste de detecção do vírus HIV; 3% afirmaram que já forçaram ou foram forçados a fazer sexo; 8% revelam que já fizeram ou induziram aborto. O consumo de álcool é mais comum entre os estudantes de universidades do que entre a população em geral. O uso de drogas ilícitas é mais comum entre alunos com mais de 35 anos. Muitos não alcançarão a maturidade, desperdiçando sua encarnação nos vícios, cometendo o suicídio - direto ou indireto. Onde estará o "amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo"? (MÁRCIA CRISTINA DE ALMEIDA/FOTO:DIVULGAÇÃO) 
Escrito por neuuerj às 08h42
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CAMPANHA EM FAVOR DA VIDA INTRA-UTERINA A Federação Espírita Brasileira PARTICIPA dos preparativos da 1ª Marcha Cívica em Defesa da Vida Contra a Legalização do Aborto
Clique e divulgue http://recantodasletras.uol.com.br/homenagens/2311090 _________________ ENDEREÇOS DE NOSSAS HPs, Blogs, etc 1. Antiga Página do NEU-RJ (Sem manutenção). http://www.zap.to/neurj 2. NEU-Virtual - Coordenadores Luiz Carlos Formiga (UFRJ/UERJ), Juli Lima (UFRJ). Colaborador eventual - Ramon Chaves (Europa) http://www.juli.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=1987995 3. Blog NEU-UERJ - http://neu-uerj.zip.net/ Nota - endereço do NEU-UNICAMP e NEU-FIES pode ser encontrado no link geral do NEU-Virtual 4. Participação Forum Europa (Ramon) Divulgação de trabalhos do NEU em Portugal, Espanha, para deixar a semente desta idéia na Europa. 4a) Evangelização infanto-Juvenil http://www.forumespirita.net/fe/espiritismo-espanol/educacion-infanto-juvenil/ 4b) Combatendo o preconceito que o europeu possui da Doutrina Espírita http://www.forumespirita.net/fe/espiritismo-espanol/efecto-inteligente/ 4c) Um tema muito discutido e procurado na WEB http://www.forumespirita.net/fe/espiritismo-espanol/suenos-vision-espirita/ 4d) A concepção como inicio da vida http://www.forumespirita.net/fe/espiritismo-espanol/concepcion-inicio-de-la-nueva-vida/ 4e) Prevenção do aborto criminoso http://www.forumespirita.net/fe/off-topic/titanio-na-prevencao-do-aborto-criminoso/ Pelo NEU / Formiga, LCD
Escrito por neuuerj às 13h42
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Alguns links que merecem ser visitados
Antiga página do NEU-RJ - http://www.zap.to/neurj - Veja as CAMPANHAS Apoio Virtual Permanente à Vida Intra-uterina Projeto Cristo Consolador Projeto Fundação Joanna de Ângelis de Educação Integral Hanseníase tem cura! Hospital Espírita
Escrito por neuuerj às 13h52
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