neu-uerj


Dez maneiras de amarmos a nós mesmos

1- Disciplinar os próprios impulsos.

2-Trabalhar cada dia produzindo o melhor que pudermos.

3-Atender os bons conselhos que traçamos para os outros.

4- Aceitar sem revolta a crítica e a reprovação.

5- Esquecer as faltas alheias sem desculpar as nossas.

6- Evitar as conversas inúteis.

7- Receber no sofrimento o processo de nossa educação.

8- Calar diante da ofensa retribuindo o mal com o bem.

9- Ajudar a todos sem exigir qualquer pagamento de gratidão.

10- Repetir as lições edificantes,tantas vezes quantas se fizerem

necessárias, perceverando no aperfeiçoamento de nós mesmos

sem desanimar e colocando-nos a serviço do Divino Mestre, hoje e sempre.

 

André Luiz - (Psicografia Francisco Cândido Xavier)




Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 14h20
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“Saber é o supremo bem, e todos os males provém da ignorância.“( León Denis, “No Invisível”, sétima edição, pág. 341.FEB)


ANENCÉFALO E ABORTAMENTO



Ricardo Di Bernardi

Inicialmente, lembramos que anencéfalo, embora seja considerado sem cérebro, na realidade é portador de um segmento cerebral estando faltante regiões do cérebro que impossibilitarão sua sobrevivência pós parto.

Afim de colocarmos a visão espírita sobre este importante problema exemplificaremos com um caso real. Usaremos nomes fictícios. João e Maria, eram casados há 2 anos. A felicidade havia batido à sua porta. Maria estava grávida. Exultantes procuraram o médico Obstetra para as orientações iniciais. Planos mil ambos estabeleceram. Ao longo dos meses, no entanto, foram surpreendidos , através do estudo ultrassonográfico, da triste notícia de que seu bebê era anencéfalo. Ao serem informados caíram em prantos ao ouvirem a proposta do obstetra lhes oferecendo o abortamento. Posicionaram-se contrários explicando sua visão espírita.

-- Trata-se de um ser humano que renasce precisando de muito amor e amparo. Nós estaremos com nosso filho (a) até quando nos for permitido.

-- Mas, esta criatura não vai viver além de alguns dias ou semanas na incubadora disse o obstetra.

-- Estamos cientes, mas até lá seremos seus pais.

Guardavam, também, secretamente, a esperança de que houvesse algum equívoco de diagnóstico que lhes proporcionasse um filho saudável.

Durante nove meses dialogaram com seu bebê, intra-útero. Disseram quanto o (a) amavam. Realizaram, semanalmente, a reunião do Evangelho no Lar, solicitando aos mentores a proteção e amparo ao ser que reencarnava.
      

Chegara o grande momento : Em trabalho de parto, Maria adentra a maternidade com um misto de esperança e angústia. A criança nasce; o pai ao ver o filho sofre profundo impacto emocional tendo uma crise de lipotímia. O bebê anencéfalo sobrevive na incubadora com oxigênio, 84 horas. Há um triste retorno ao lar.

Passam-se aproximadamente 2 anos do pranteado evento. João e Maria, trabalhadores do instituto de cultura espírita de sua cidade frequentavam na mencionada instituição, reunião mediúnica quando uma medium em desdobramento consciente informa ao coordenador do grupo: 

-- Há um espírito de uma criança que deseja se comunicar. 

-- Que os mediuns facilitem o transe psicofônico para a atendermos-responde o dirigente.

Após alguns segundos, uma experiente medium dá a comunicação :

-- Boa noite, meu nome é Shirley venho abraçar papai e mamãe.

-- Quem é seu papai e sua mamãe ?

-- São aqueles dois - disse apontando Joào e Maria.

-- Seja bem vinda Shirley, muita paz! que tens a dizer ?

-- Quero agradecer a papai e mamãe todo o amor que me dedicaram durante a gravidez, sim, eu era aquele anencéfalo.

-- Mas voce está linda agora.

-- Graças as energias de amor recebidas, graças ao Evangelho no Lar, que banharam meu corpo espiritual durante todo aquele tempo.

-- Como se operou esta mudança ?

-- Tive permissão para esta mensagem pelo alcance que a mesma poderá ter a outras pessoas. Eu possuia meu corpo espiritual muito doente, deformado pelo meu passado cheio de equívocos. Fui durante nove meses envolvida em luz . Uma verdadeira cromoterapia mental que gradativamente passou a modificar meu corpo astral (perispírito). Os diálogos que meus pais tiveram comigo foram uma intensa educação pré-natal que muito contribuiram para meu tratamento. Eu expiei, no verdadeiro sentido da palavra. Expiar é como expirar, colocar para fora o que nào é bom . Eu drenei as minhas deformidades perispirituais para meu corpo físico e fui me libertando das minhas deformidades. Como meus pais foram generosos. Meu amor por eles será eterno. 

-- Por que estás na forma de uma criança, já que te expressas tào inteligentemente ?

-- Por que estou em preparo para o retorno. Dizem meus instrutores que tenho permissão para informar. Meus pais tem o merecimento de saber. Devo renascer como filha deles, normal, talvez no próximo ano.

Após dois anos renasceu Shirley, que hoje é uma linda menina de olhos verdes e cabelos castanhos, espírito suave e encantador.

Fraternalm
ente



Artigos que tratam da Anencefalia
1. Quando a VIDA começa?

Marcelo Henrique Pereira

2. Ensino, Pesquisa e Ética na Microbiologia Médica
3. O STF, A JUSTIÇA, A DOUTRINA DOS ESPÍRITOS E O MOVIMENTO ESPÍRITA (Inédito)
Marcelo Henrique Pereira

DOWN e Cego.  Futuro Alvo Potencial da “interrupção seletiva da gravidez"
 

Algum ministro deve ter pensado: Os anencéfalos não podem ser diferenciados dos animais, pois não possuem o órgão-sede. A gestante será estigmatizada como um “caixão ambulante”.  Fernando Altemeyer Junior, comenta no Jornal do Brasil, em 1 de abril de 1996, que a idéia de vida que nutre essa imagem não é apenas a que diz respeito à integridade biológica. Por trás desta ideologia, que esconde a verdadeira intenção, existe uma expectativa de vida muito mais ampla e é exatamente isto o que une, de forma relativamente clara, um feto anencefálico a um feto portador de trissomia do cromossoma 21, Síndrome de Down.
Fonte http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/eleicao-antes-de-votar.html
E depois do Anencéfalo?
 
Veja um PIANISTA CEGO E  DOWN. Advertência da Inteligência Suprema, Causa Primária de Todas as Coisas?
http://www.youtube.com/watch?v=jqDOLey2eYE
 

 

 



Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 14h18
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A política do aborto

O que se quer é “desumanizar” o embrião

 

Disponível em:

 

http://www.jornaldosespiritos.com/2007.3/col49.2.htm

http://aeradoespirito.sites.uol.com.br/A_ERA_DO_ESPIRITO_-_Portal/ARTIGOS/ArtigosGRs3/A_POLITICA_DO_ABORTO_LCF.html

http://www.espiritualidades.com.br/Artigos/F_autores/formiga_Luiz_politica_aborto.htm

 

O deputado José Genoino, no artigo de Wellington Balbo, nos fez recordar o artigo: “Eleição, Mulheres e Voto Consciente”, publicado na Revista Internacional de Espiritismo, setembro de 2000 http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/eleicao-mulheres-e-voto-consciente.html 
Antes das eleições, na TV duas candidatas discutem. Uma delas havia enfrentado, com muita angústia, um aborto espontâneo. Percebi que, embora fossem do mesmo credo, apresentavam posições antagônicas. Eram materialistas. Muitos têm fé no niilismo e acreditam na inexistência de vida após a morte, embora esta tese seja defendida sem nenhuma evidência experimental que a suporte. Uma opinião apresentada por uma delas, a de que o aborto é um direito, foi o que me chamou a atenção. Disse: “a campanha pela legalização do aborto deve seguir na direção pura e simples do direito de abortar, não necessitando a mulher explicar que há problemas com o feto ou que foi estuprada. O aborto não deve ser considerado crime e o argumento que invoco é um só. A mulher pode dizer que não quer este filho e que seu corpo lhe pertence. Este é o projeto de lei pelo qual anseiam as mulheres".
Diz a outra: “mas, aqui o direito de um implica na morte do outro. Não podemos auto-atribuirmos a decisão e a ação de matar o outro. Isto é questão de poder acumpliciado a uma licença ética. É exatamente o que se dá com o político que leva o povo à guerra; dá-se ainda com o terrorista, com o torturador, com os assassinos de todos os matizes. Poder e não-ética, associados, produzem todas as lesões ao outro: o roubo, a censura, o seqüestro, a lista é longa. O aborto não é um direito, é uma possibilidade decorrente do poder e da anestesia da consciência, como escravizar o negro, matar judeus.”
Como que se não tivesse escutado os argumentos, surge a réplica: “A legislação do aborto não dá à mulher autonomia sobre seu corpo. Precisamos entrar na modernidade! Estamos atrasados em relação à Itália, Alemanha ou à França.”
“Sim. Mas, não seria o caso de ampliar a informação sobre anticoncepção? Usar do direito de não engravidar, nestes dias de Aids, usar a camisinha e exigir a colaboração do companheiro?”
“É, mas um dia a casa cai e você aparece grávida, minha filha!" - diz a outra.
A resposta estava na ponta da língua: “mas a culpa é do bebê?” O óvulo é seu. O útero, também, mas o ovo fertilizado é outra pessoa!
A outra engoliu em seco e não se deu por vencida.
“Sim, mas enquanto os teóricos, como você, discutem se o feto com duas ou com quatro semanas já é uma pessoa, a mulher engrossa as estatísticas. As mulheres pobres vão continuar abortando com agulha de tricô?
De repente a outra disse: “Espera aí, vamos entrar nessa de que o Ministério da Saúde adverte... e, gastar fortunas dos recursos públicos, para tratar enfisema e câncer pulmonar que apareceram por causa de uma droga socialmente aceita? “Minha amiga”, falou com tom de piedade, “não seria melhor investir numa estrutura melhor para gerar filhos? Investir em creches e oferecer orientação sobre contracepção? O país já tem os sistemas de comunicação bem desenvolvidos é só questão de vontade política fazer a opção pela educação!” E arrematou: “Isto não é o mesmo que colocar o aborto na lei e a consciência fora da lei?”
“Ora, minha amiga, estamos discutindo a existência de alguém que ainda nem é uma pessoa. É apenas um amontoado de células. Eu estou defendendo a mulher e você vai ficar defendendo um feto!”
“A mulher é sempre ignorada. Essa é a grande questão do nosso século. As mulheres que abortam, no Brasil, não o fazem por opção. Quando falo no direito de abortar falo em direito à vida humana, decente e digna. É preciso existir estrutura para gerar filhos, foi você mesma quem colocou!”
“Sim”, veio a resposta: “e deve ser aí que devemos gastar a nossa energia e não tentando desumanizar o outro! Sempre que se quer humilhar, castrar, limitar ou matar o outro, recorre-se a esta técnica consagrada. O primeiro ato é desumanizar. Se o embrião é um "vir a ser", mas não é ainda por que não suprimi-lo em favor dos que são?
Hitler e Stálin tinham idéias, até nobres, pelas quais se delegaram o direito, e até o dever, de matar judeus, dissidentes, capitalistas, comunistas e católicos. O que se quer é “desumanizar” o embrião para adormecer as consciências com uma legitimidade.
"A ciência não tem uma definição de vida, portanto não pode justificar um procedimento tão grave sobre o que desconhece.”
Este diálogo é encontrado no opúsculo que recebeu o título “Antes de votar pergunte ao candidato sobre o aborto” e que está colocado em Campanhas (1998), na antiga HP do NEU-RJ, no endereço eletrônico
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/eleicao-antes-de-votar.html 
Votar não é fácil, apertar botões não deveria ser a única preocupação dos educadores de época de eleição.
Devemos tomar cuidado. Nestes dias, na beira do precipício Portugal recebeu o empurrão!

 


 

 

OPÚSCULO -  Eleição? Antes de Votar pergunte ao Candidato Sobre o Aborto

http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/eleicao-antes-de-votar.html

 


 

 


 

Kardec

 

Aos Contraditores:

A VERDADE É FILHA DO TEMPO.

http://www.forumespirita.net/fe/auto-conhecimento/o-credo-da-ciencia/new/#c2


 

 

 



Escrito por Núcleo Espírita Universitário às 10h59
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